quarta-feira, 17 de junho de 2015

Inicia desassoreamento do rio Carahá

 
A ação que estava prevista para sábado foi antecipada devido às previsões de chuva nos próximos dias, conforme explica o secretário de Meio Ambiente, Mushue Hampel
 
O trabalho está sendo realizado no trecho do entorno da ponte da rua Anastácio da Silva Motta e terá continuidade nesta quinta e sexta-feira no mesmo local (Foto: Nilton Wolff)
 
Nesta quarta-feira (17) foi dado início ao processo de desassoreamento do rio Carahá com o intuito de diminuir os riscos de alagamentos após grandes volumes de chuva. A ação que estava prevista para sábado foi antecipada devido às previsões de chuva nos próximos dias, conforme explica o secretário de Meio Ambiente, Mushue Hampel. O trabalho está sendo realizado no trecho do entorno da ponte da rua Anastácio da Silva Motta e terá continuidade nesta quinta e sexta-feira no mesmo local.
A expectativa é de que sejam retiradas 80 caçambas de terra desse trecho. O material está sendo depositado nas margens do rio Ponte Grande, o qual poderá ser reutilizado para as obras de construção da avenida. “Decidimos iniciar pela ponte da rua Anastácio após um estudo feito pela Defesa Civil, que detectou que este é um ponto de acúmulo intenso de água pluvial, com interrupção da fluidez pelo afunilamento das margens do rio”, afirma Hampel.
Após conclusão dessa parte, outros serão definidos pelo secretário-executivo da Defesa Civil, Adilson Panek, juntamente com o corpo técnico, para que o trabalho tenha continuidade por toda a extensão do rio Carahá. Estão sendo utilizados equipamentos próprios da prefeitura, através das Secretarias de Agricultura e Pesca, de Meio Ambiente e Serviços Públicos e da Defesa Civil.

Tomada de decisão
A ação foi uma determinação do prefeito Toni Duarte após a grande precipitação de chuva no último fim de semana, chegando a 75 milímetros em um único dia. Ele se reuniu na segunda-feira (15) com secretários municipais e determinou a ação. O leito do Carahá sofreu assoreamento ao longo dos anos devido a resíduos naturais como areia, galhos, madeira, pedras e de lixos industriais, estes jogados pela própria população, como sacolas, embalagens de refrigerantes e água, garrafas de vidro, roupas, objetos metálicos e até partes de móveis e eletrodomésticos.
 

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