|
| |
| Foram 1.457 para gestantes; 841 para homens e 2.679 femininos |
| |
|
|
| Entre janeiro e junho foram disponibilizadas 1.140 consultas médicas nos ambulatórios (Foto: Nilton Wolff) |
| |
No período entre janeiro e 30 de junho deste ano, a Vigilância em Saúde, através da Vigilância Epidemiológica, da Secretaria de Saúde, ofertou, de acordo com seu relatório, a coleta de 4.977 exames de HIV, sífilis e hepatites B e C, sendo 1.457 para gestantes; 841 para homens e 2.679 femininos. No mesmo intervalo de tempo, 234.453 preservativos foram distribuídos.
Os resultados positivos para HIV foram oito para homens (47,05%), seis para mulheres (35,30%) e três para gestantes (17,64%). Para sífilis, em 2014, até final de junho, os resultados foram positivos para 77 mulheres, significando 52,38%; 41 gestantes (28,27%) e 27 homens (18,62%).
Quatro homens, quatro mulheres e uma gestante apresentaram resultados positivos em seus exames de hepatite B. Quanto à hepatite C, foram constatados nove casos em homens, seis em mulheres e um em mulher grávida; 368 pacientes estão usufruindo de terapia antirretroviral, segundo a diretora de Vigilância em Saúde, Rose Cristina Possato Penso.
Demais estatísticas
| Número de pacientes atendidos pelo Programa Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs)/HIV/Aids/HV (Hepatites Virais) | 802 |
| Novos pacientes no ambulatório de Hepatite B e C em 2014 | 31 |
| Pacientes notificados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) | Lages: 305
Serra catarinense: 375
Total: 680 casos notificados e acompanhados |
| Número de consultas realizadas no ambulatório de Hepatite B e C em 2014 | 413 |
| Número de consultas realizadas no ambulatório de Hepatite B e C em 2013 | 793 |
| Pacientes fazendo uso de medicação para hepatite | 17
|
O que são as hepatites
As hepatites virais são doenças de relevância devido à abrangência e às complicações que podem ocorrer; 70% a 85% dos casos apresentam complicações e 20% destes podem se tornar cirróticos em um período de 20 anos, tempo que pode ser acelerado em quadros de etilismo e coinfecção com o vírus da hepatite B (HBV) e/ou da imunodeficiência humana (HIV), da Aids.
Existe o risco de carcinoma hepatocelular nos pacientes cirróticos. A infecção pela Hepatite B se faz por via parenteral (transfusões de sangue; drogas injetáveis, inaláveis ou pipadas; procedimentos invasivos, e exposições percutâneas ou de mucosa, como escovas de dente, barbeadores compartilhados e material utilizado para colocação de piercingou tatuagens) e, sobretudo, pela via sexual, sendo considerada uma DST. O vírus da hepatite B sobrevive no sangue seco, a temperatura ambiente, em torno de sete dias, de acordo com o Ministério da Saúde.
Carga viral alta e exposição sexual
A hepatite C também tem a sua transmissão por via parenteral, como transfusões de sangue e drogas injetáveis, inaláveis ou pipadas (fumar usando cachimbo) de crack, sendo a via sexual, possível, entretanto, pouco frequente (menos de 1% em parceiros estáveis). Porém, a coexistência de outras DSTs, carga viral alta e exposição sexual com múltiplos parceiros com prática sexual de risco (sem o uso do preservativo), são fatores que facilitam este tipo de contágio.
Conforme o Ministério da Saúde, a transmissão vertical é rara, mas tem a sua probabilidade aumentada em casos de mães com carga viral alta ou coinfectadas pelo HIV. Segundo dados em Santa Catarina, em 44% dos casos registrados, o paciente não tem ideia de como aconteceu a transmissão; 22,54% correspondem a casos via sexual; 10,98% através de algum tratamento cirúrgico e 5,6% de transmissão vertical. Mais uma vez aparece a importância da realização do pré-natal. |
| |
|
|
|
|
|
Nenhum comentário:
Postar um comentário