| Na semana que vem será dado início a um levantamento para detectar os impactos no município, desde o desgaste das ruas, limpeza, operação tapa-buracos, patrolamento, desentupimento de bocas-de-lobo e outros serviços | |||||||
| A Defesa Civil tem um estoque prévio de materiais para esses casos de urgência, desde colchões, travesseiros, roupas de cama, fogões industriais e utensílios domésticos (Sandro Scheuermann) | |||||||
| O prefeito Elizeu Mattos chegou na tarde desta sexta-feira (9), de Florianópolis, e seguiu até a sede da Defesa Civil, onde se reuniu com o secretário-executivo Adilson Panek e o vice-secretário Mushue Hampel para se inteirar das tratativas adotadas durante os temporais. Também percorreu pontos críticos de alagamentos e visitou o abrigo montado na associação de moradores do bairro Habitação. Até o fim da tarde desta sexta-feira havia chovido aproximadamente 155 milímetros, mas a previsão até domingo é de 200 milímetros de precipitação. A informação preocupa as equipes da Defesa Civil, pois o solo está encharcado, o que aumenta o risco de desmoronamentos. Também ocorre o represamento do rio Carahá no encontro com o rio Caveiras, com maior incidência de alagamentos. A região do bairro Caça e Tiro é uma das que mais preocupa. “Toda a equipe, assim como secretários municipais e colaboradores, estão empenhados para amenizar o sofrimento dessas famílias. Não podemos impedir a chuva, mas podemos tranquilizar as pessoas”, destaca o prefeito. Outras instituições, como o Exército e o Corpo de Bombeiros estão mobilizadas para ajudar na retirada das famílias e organização dos abrigos, conforme a necessidade. Na semana que vem será dado início a um levantamento para detectar os impactos no município, desde o desgaste das ruas, limpeza, operação tapa-buracos, patrolamento, desentupimento de bocas-de-lobo e outros serviços. Conforme o resultado do levantamento poderá ser solicitado apoio do governo do Estado para a recuperação. Cem famílias foram retiradas Mais de cem famílias foram retiradas de suas casas nesta sexta-feira (9), sendo que 70 delas estão alojadas em abrigos preparados pela Defesa Civil, que acolheu quem não tinha para onde ir. Algumas precisaram ser deslocadas de barco devido ao grande volume de água acumulada. Caminhões são utilizados para a retirada da mobília até os abrigos, assim como colaboradores da prefeitura auxiliam na mudança. Alguns moradores foram remanejados para casas de amigos e parentes. Os abrigos estão localizados nos bairros Caça e Tiro, Habitação e Guarujá, este no Centro de Atenção Integral à Crianças (Caic), no ginásio da Samt, no Centro, e no 1° Batalhão Ferroviário. Diante da previsão do temporal, os abrigos foram montados antecipadamente para a retirada dos moradores, colocando em prática o protocolo de atendimento com um padrão de atuação. “Isso é muito importante, porque na hora da crise sabemos como agir, principalmente trazendo a tranquilidade para nossa comunidade. Nosso objetivo é dar o tempo-resposta o mais breve possível, minimizando sofrimentos, considerando que existem famílias muito humildes nessa situação”, comenta o vice-secretário da Defesa Civil, Mushue Hampel. A Defesa Civil tem um estoque prévio de materiais para esses casos de urgência, desde colchões, travesseiros, roupas de cama, fogões industriais e utensílios domésticos, os quais foram utilizados nos abrigos montados. Os números da Defesa Civil em casos de emergência são o 199 ou o celular (49) 8406-4037, que estão disponíveis 24 horas por dia. Famílias abrigadas Edir Terezinha Amaro Souza precisou levar toda a sua família para o abrigo. Ela mora no Habitação, próximo ao rio Carahá. A água subiu rápido demais e não teve tempo de erguer os móveis e eletrodomésticos, o que provavelmente tenha se perdido. Chegou ao abrigo apenas com as roupas recolhidas às pressas. Madina do Amaral também é uma das abrigadas, juntamente com mais oito pessoas da família, sendo quatro crianças pequenas. A família reside no Universitário. Esta não é a primeira vez que perdem a mobília. A cada temporal é o mesmo dilema, aguardando a água baixar para poder voltar para casa, verificar o que restou e fazer a limpeza. | |||||||
domingo, 11 de outubro de 2015
Prefeito Elizeu visita abrigos da Defesa Civil
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