| Uma decisão político-administrativa tomada no segundo ano da atual gestão municipal fez com que o terreno, no valor parcelado de R$ 400 mil, fosse desapropriado | ||||||
| As famílias que se mudaram ocupavam uma área de risco no Santo Antonio, atingida por desbarrancamento com chuvas torrenciais em setembro de 2013 (Foto: Marcio Avila) | ||||||
| A prefeitura aplicou investimentos próprios superiores a R$ 500 mil nas obras das 12 casas modulares construídas no bairro Santa Catarina, atrás do Centro de Atenção Integral à Criança (Caic) Nossa Senhora dos Prazeres, entre as ruas Osvaldo Aranha e Antônio de Oliveira Waltrick. As unidades foram entregues às famílias no sábado (22) pelo prefeito Toni Duarte, o governador Raimundo Colombo e integrantes das Defesas Civis do Estado e de Lages. O secretário de Habitação, Ivan Magaldi Júnior, acompanhado da assistente social da secretaria, Ana Paula Ribeiro, visitou as famílias no fim da tarde desta terça-feira (25). Uma decisão político-administrativa tomada no segundo ano da atual gestão municipal fez com que o terreno, no valor parcelado de R$ 400 mil, fosse desapropriado. A área foi viabilizada pelo secretário Ivan e pelo secretário-executivo da Defesa Civil, Adilson Panek. “A negociação teve bastante empenho da prefeitura e consistiu na primeira etapa do processo”, recorda. Atuação das secretarias A terraplanagem foi executada com nivelamento feito por trator de esteira cedido pela Secretaria de Agricultura e Pesca. A Secretaria de Habitação viabilizou os projetos, aprovados pela Secretaria de Planejamento, esta também executora do projeto elétrico das moradias. A Secretaria Municipal de Águas e Saneamento (Semasa) realizou as instalações de rede de fornecimento de água potável e coleta e tratamento de resíduos de esgotamento sanitário. Tubos e fossas sépticas foram providenciados pela Semasa. A Infraestrutura doou tubos, máquinas e hora-máquina, com trabalho de arruamento e colocação de pedras britadas. Foram instalados 145 tubos de 40 centímetros de diâmetro cada um, destinados ao escoamento pluvial, além de abertos buracos, britagem e cascalhamento. “Várias secretarias estiveram envolvidas nesse projeto e se a prefeitura não comprasse o terreno estas pessoas não teriam essas moradias”, pondera o secretário. As Centrais Elétricas de Santa Catarina (Celesc) providenciaram projeto e execução de fiação da rede pública de eletricidade. Moradores felizes O casal Maria Cândida Garcia de Oliveira, 57 anos, e João Maria de Oliveira Garcia, 60, se mudou no sábado mesmo. Eles sobrevivem com o auxílio-doença dele, de R$ 788,00 mais R$ 70,00 do Programa Bolsa-Família. Os dois estão “rindo à toa” com a casa nova. “Nossa casa ficava bem na beirada do morro. A gente estava lá ainda. Agora acabou o lamaçal e o medo. A casa nova é boa, estamos ajeitando as coisas. Nossa vida não está mais em risco”, comemora Maria. A viúva pensionista Daltina Gonçalves Moraes está organizando seus pertences e recebeu as chaves no sábado das mãos do prefeito e do governador. “Estou muito contente e tranquila”, finaliza. Longe da área de risco As famílias que se mudaram ocupavam uma área de risco no bairro Santo Antonio, atingida por um desbarrancamento ocorrido com chuvas torrenciais em setembro de 2013. A Defesa Civil Municipal agiu prontamente no auxílio aos atingidos. Parte das famílias foi removida para aluguel social custeado pela prefeitura e outras permaneceram no local. As obras iniciaram em outubro de 2014. O terreno possui 7.145 metros quadrados. Cada lote conta com 200 metros quadrados e cada moradia possui 39,4 metros quadrados, distribuídos em sala e cozinha conjugados, dois quartos, banheiro e área de serviço. Pia de cozinha, peças sanitárias internas, chuveiro e pia do banheiro, tanque de lavar roupas, torneiras, bocais e interruptores foram doados. As lâmpadas ficaram por conta dos moradores. Modelo resistente O modelo da unidade modular é composto por aço e possui resistência à queda de granizo, incêndio e sistema antitérmico. A casa é desenvolvida em painéis com preenchimento em poliuretano dispostos em três camadas (aço galvalume, poliuretano e aço galvalume), ecologicamente corretos; possui isolamento térmico e conta com estrutura reforçada e garantia de cinco anos. O forro do teto é feito com aço e isopor. O custo de cada residência é de R$ 38 mil, provenientes do Fundo Estadual de Defesa Civil (Fundec). Venda, locação, empréstimo ou cessão do bem está restringido por cinco anos. Se houver registro, a família perderá o imóvel. | ||||||
quarta-feira, 26 de agosto de 2015
Mais de meio milhão em obras das casas modulares
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