segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Famílias visitam suas futuras casas no Residencial Pedro Filomeno de Abreu

 
No dia 16 de dezembro, das 9h às 20h, serão assinados os contratos das famílias com a CEF
 
A entrega informal das chaves ocorrerá no dia 18 deste mês, diretamente no empreendimento habitacional (Foto: Nilton Wolff)
 
As 300 famílias que ocuparão as moradias do Condomínio Residencial Pedro Filomeno de Abreu, no bairro Bela Vista, estão em contagem regressiva. Esta segunda-feira (8) foi o terceiro e último dia de visitação aos imóveis do empreendimento antes da reunião com os compradores das casas a serem financiadas e do sorteio das chaves das unidades, que serão realizados quarta-feira (10), às 14h, na Associação dos Aposentados e Pensionistas de Lages (AAPL), na avenida Belizário Ramos (Carahá).
Será abordado o Trabalho Técnico-Social (TTS), através da empresa Painel Instituto de Pesquisas. O sorteio acontecerá por intermédio da Caixa Econômica Federal (CEF). No dia 16 de dezembro, das 9h às 20h, serão assinados os contratos das famílias com a CEF, também na Associação. A entrega informal das chaves ocorrerá no dia 18 deste mês, diretamente no empreendimento habitacional. As famílias foram previamente cadastradas e tiveram encaminhamento com o perfil, num trabalho realizado pela assistente social da Secretaria de Habitação. A seleção foi realizada pela Caixa Econômica, mediante cruzamento de dados. A listagem dos nomes dos contemplados está disponível no portal www.lages.sc.gov.br.

Ansiedade e alívio
A empregada doméstica Emília do Carmo Brito do Nascimento mora na rua Virgílio Ramos, no bairro Morro do Posto. Ela está eufórica e contando os dias para entrar na sua casa nova, a ser adquirida por ela em prestações de acordo com sua renda mensal. “Eu sempre paguei aluguel. Tenho que dar conta de todas as despesas da casa. Moro sozinha”, relata.
Para a moradia nova ela levará seu cachorro, o Neguinho. “É até um alívio saber que logo terei minha casinha. Vou pagar algo que será meu, só meu”, comemora. “É espaçoso, bem organizado e bem distribuído. Já estou fazendo planos para colocar balcão perto da pia da cozinha, instalar botijão de gás. Tem até pátio com muro construído, onde vou poder criar meu cãozinho”, explica.
A dona de casa Solange Farias aproveitou a tarde de sol desta segunda-feira para visitar o condomínio com o esposo, trabalhador rural na Coxilha Rica, José Nazareno Vieira Arruda, e a filha, Raiana, de 1,5 ano. Ela tem mais três filhos, de 15, 13 e 11 anos, com quem mora no bairro Várzea. A família paga R$ 250,00 de aluguel, valor que poderá agora ser investido na casa própria a ser financiada pela Caixa. “Esperamos muito tempo pela realização deste sonho. Moramos perto de um rio, onde há alagamentos próximo, às vezes”, conta.
O gerente da Secretaria de Habitação, José Airt Neuburguer, ressalta que os profissionais atendentes à população na recepção do Condomínio estiveram durante os três dias (sábado, domingo e segunda), junto a funcionários da construtora Casa Alta, fornecendo informações sobre a reunião e o sorteio para localização das famílias, e colhendo assinaturas. “Nós percebemos a alegria e a emoção de cada morador que chega até aqui olhar sua casa pela primeira vez”, destaca.
A previsão é de que entre final de janeiro e começo de fevereiro as famílias comecem a ocupar suas moradias. Até por volta das 16h desta segunda, cerca de 180 moradores haviam visitado o empreendimento e fazendo sua prévia opção de número de bloco e casa, o que facilitará na hora da escolha. Quem perdeu os três dias destinados para a visitação poderá conhecer olayout do condomínio no dia 10, através de uma maquete disponibilizada pela empresa construtora.

Um sonho possível
O conjunto habitacional forma-se por 300 casas germinadas e sobrados. São seis blocos de sobrados, quatro com nove e dois com dez. As casas possuem 41 metros quadrados, com cozinha e sala integradas, dois quartos, banheiro e sala de serviço. As famílias, com renda de até R$ 1.600,00, financiarão o imóvel com 5% da renda, em até 120 meses. Algumas casas seguem o padrão para portadores de necessidades especiais, com adaptações (barras e banheiro com porta invertida).
Com um projeto inovador e sustentável, as unidades contam com aquecedores solares para a linha de chuveiros. Área reservada para lazer e salão para reuniões e confraternizações compõem o espaço. O terreno de 44.800 metros quadrados custou R$ 650 mil, mas houve acréscimos devido à terraplanagem e muros de arrimo, chegando perto de R$ 1 milhão, bancados pelo governo federal. O valor estimado de cada residência é de R$ 60 mil, conforme a Caixa.
 

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