OSBT Meio Dia, jornal local da emissora em Santa Catarina, foi palco de mais uma daquelas gafes jornalísticas que têm se tornado comum nos dias de hoje. O caso aconteceu na última quinta-feira (16), quando o jornalista Luiz Carlos Prates fazia um discurso enérgico, rebatendo informações do artigo de uma coluna escrita para o jornal Folha de S.Paulo. O catarinense foi interrompido por uma mosca enquanto descarregava palavras contra os “brasileiros vagabundos”.
Criticando o texto que falava sobre desigualdades sociais e condições de vida no país, Prates não teve papas na língua. "Ponto 1: ninguém no Brasil passa fome. Em nenhum momento da história do Brasil, ninguém passa fome se decidir comer. O camarada improvisa o anzol, joga no riacho e tem um peixe desse tamanho. Nenhuma escola no Brasil foi fechada, proibindo este ou aquele que a frequentasse”, dizia o apresentador.
Chamando uma parcela do povo de vagabundo, o jornalista dizia que só não tem emprego quem não quer ou não se esforça. “O cara não faz controle da natalidade, não estuda (...) ele fica com a mão estendida 'dá uma bolsa, tia, me ajuda, tia?!'. Ora, que eu te ajudo, com uma mão que tu mereces”, disparou, enquanto simulava um tapa. Nesse momento, Prates teve sua linha de raciocínio interrompida pelo inseto.
"Pô, uma mosca aqui dentro", se irritou o jornalista catarinense. Ele retornou ao seu comentário fazendo citação sobre o ex-presidente dos Estados Unidos, Bill Clinton, que teria dito em um discurso que não importam as políticas sociais feitas pelos miseráveis do país, já que eles querem continuar a ser miseráveis.
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