| Trata-se de uma espécie exótica, com formação de raiz fasciculada (cabeleira) e não possui raiz pivotante, ou seja, as raízes não estão aprofundadas, são superficiais no solo | ||||||
| Novamente, a população se assustou, principalmente as pessoas que ainda não haviam colocado as novas telhas doadas pela Defesa Civil do Estado (Foto: Nilton Wolff) | ||||||
| O temporal que atingiu Lages no meio da tarde desta quinta-feira (16) não deixou feridos e nem atingiu veículos, mas as rajadas de vento com velocidade entre 40 e 60 quilômetros por hora provocaram a queda de uma árvore de aproximadamente 60 anos em frente à Delegacia Regional da Polícia Civil. Agentes de Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros trabalharam no corte da árvore. Agentes municipais de trânsito monitoraram a rua e colaboraram no processo para que o tráfego de veículos não fosse interrompido por muito tempo. Segundo o engenheiro agrônomo da Secretaria de Meio Ambiente e Serviços Públicos, Giovanni Tomazelli Guesser, a árvore que caiu no Centro, em frente à rua Lauro Muller, é uma espécie exótica, com formação de raiz fasciculada (cabeleira) e não possui raiz pivotante, ou seja, as raízes não estão aprofundadas, são superficiais no solo, facilitando sua queda. A árvore tinha cerca de 20 metros de altura, mas o ideal são 12 metros. “Não havíamos mexido nela ainda. Não houve tempo. Sua queda foi uma ocasionalidade devido à intempérie”, reitera Giovanni, afirmando que não foram raios que provocaram sua queda, e sim, a força dos ventos. Danos de pequena monta Novamente, a população se assustou, principalmente as pessoas que ainda não haviam colocado as novas telhas doadas pela Defesa Civil do Estado. “O panorama visual apavorou as pessoas. O céu escureceu bastante. A chuva causou danos de pequena monta em Lages, o que não foi a mesma situação de cidades aos arredores, como Correia Pinto. Em Taió, no Alto Vale do Itajaí, também foi mais intenso, com queda de granizo”, explica o diretor de Resposta a Desastres de Santa Catarina, James Rides da Silva. “Novas lonas foram distribuídas devido ao vento que as retirou. As casas já estavam debilitadas e foram novamente afetadas”, detalha. Energia elétrica Os ventos desta quinta-feira provocaram o deslocamento das lonas plásticas que cobriam os telhados deteriorados pelo granizo de segunda-feira (13). As mesmas acabaram sendo levadas para cima de fiações elétricas, fazendo com que cerca de 25 mil edificações sofressem a interrupção do fornecimento de energia elétrica. Contando a região serrana e o Meio-Oeste do Estado, foram cerca de 80 mil interrupções, mas ainda restam quatro mil em processo de restabelecimento da energia, segundo as Centrais Elétricas de Santa Catarina (Celesc). Previsão para esta sexta De acordo com o Centro de Informações de Recursos Ambientais e de Hidrometeorologia de Santa Catarina (Ciram), da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri), a previsão para esta sexta em Lages é de céu nublado com chuvas esparsas entre 20 e 30 milímetros. Boletins e alertas são emitidos com regularidade pelo Ciram. “O trabalho não vai parar nem com chuva”, garante Rides. | ||||||
sexta-feira, 17 de outubro de 2014
Segundo engenheiro agrônomo, queda da árvore foi provocada pelo vento
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