terça-feira, 21 de outubro de 2014

Secretários buscam solução para grupo familiar

 
A casa de madeira está com as paredes tortas e o telhado totalmente avariado por conta do granizo que assolou Lages na segunda-feira, dia 13
 
O imóvel está localizado em uma área de risco, à beira do rio Carahá, em espaço alagável (Foto: Nilton Wolff)
 
A casa de madeira de Paula das Graças Wolff, 42 anos, separada, situada à rua das Cerejeiras, no Habitação, foi construída de forma improvisada e é minúscula para abrigar seus seis moradores: ela; um casal de filhos de 21 e 22 anos; os netos de 5 anos e 8 meses; e o ex-sogro de 72 anos. Na manhã desta terça-feira (21), os secretários de Assistência Social, José Amarildo Farias, e de Habitação, Ivan Magaldi Junior, estiveram com a família.
A assistente social Ana Paula Ribeiro e o educador físico Tyrone Machado acompanharam a visita com o propósito de averiguar a situação de vulnerabilidade. A casa de madeira está com as paredes tortas e o telhado totalmente avariado por conta do granizo que assolou Lages na segunda-feira, dia 13.

Como sobrevivem
A família, que enfrenta sérias dificuldades de sobrevivência, tem renda proveniente dos poucos recursos que Paula consegue a partir da venda de materiais recicláveis que ela mesma coleta, pouco mais de R$ 100,00 mensais, além de um salário mínimo da aposentadoria do sogro idoso que, com descontos devido a empréstimos, fica em R$ 420,00, e das pensões alimentícias dos netos no valor de R$ 200,00 no total.
Os filhos maiores de 18 anos não trabalham. “O teto está todo furado. Os cepos são de restos de entulho e tijolos que pegamos no terreno baldio em frente. Está muito séria a nossa situação”, confessa. Segundo a moradora, a família já possui cadastro junto à Secretaria de Habitação solicitando nova moradia.

Área de risco
O ex-sogro de Paula tem filhos que residem em Lages e em Navegantes, mas este optou por não morar com eles. O idoso possui sérios problemas de diabetes, tendo amplamente afetadas suas visão e audição. A abordagem social na casa resultou em um levantamento de dados. Os secretários municipais irão conversar sobre o problema, pois é preciso analisar a questão de que a moradia está localizada em uma área de risco, à beira do rio Carahá, em espaço alagável.
 

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