| Na pauta de assuntos desta quinta estiveram os sinais e sintomas durante o pré-natal e seu fortalecimento, gestação na adolescência, malformação, parto pré-maturo, mortalidade, natimortos e número de gestações anteriores | ||
| Em 2013, em Lages, insuficiência respiratória, prematuridade, sepse e baixo peso lideram as causas descritas nas declarações de óbitos de bebês (Foto: Nilton Wolff) | ||
| A primeira reunião do Comitê Municipal de Investigação do Óbito Materno-Infantil aconteceu na tarde desta quinta-feira (10), na Diretoria de Atenção Básica da Secretaria de Saúde. O objetivo é a verificação das causas dos óbitos de mães e bebês, antes, durante ou depois do parto. A gerente de Atenção Básica, Nayara Alano de Moraes, relata que em 2013 houve 16% de óbitos infantis e em 2014 estão em 14%. São até agora 12 natimortos (gestações interrompidas) e 14 infantis. “Precisamos compreender o que está levando a estes óbitos para podermos atuar junto as suas causas”, informa. O Comitê Municipal é formado pela Secretaria de Saúde, Hospital Tereza Ramos, Programa de Educação pelo Trabalho para Saúde (PET Saúde - Estratégia Rede Cegonha) junto à Universidade do Planalto Catarinense (Uniplac) e profissionais das Unidades Básicas de Saúde (UBSs). A Secretaria de Estado da Saúde conta com um Comitê Regional, acionado pelo município quando o impasse não consegue ser solucionado para ser discutido e traçadas estratégias. Na pauta de assuntos desta quinta estiveram os sinais e sintomas durante o pré-natal e seu fortalecimento, gestação na adolescência, malformação, parto pré-maturo, mortalidade, natimortos, número de gestações anteriores, entre outros. No município, os partos são realizados no Hospital Tereza Ramos (público), na Clínica Médica Ana Carolina e no Hospital de Clínicas Bermiro Saggioratto, ambos particulares. Todas as declarações de nascidos vivos e de óbitos, destas três instituições, são encaminhadas para a Vigilância em Saúde Municipal, gerando os números. Causas Em 2013, em Lages, insuficiência respiratória, prematuridade, sepse e baixo peso lideram as causas descritas nas declarações de óbitos de bebês. As causas relacionadas à mãe descritas em declarações são HIV materno, ausência de pré-natal e mãe politraumatizada. Já neste ano de 2014 aparecem causas desconhecidas, insuficiência placentária, gestação de alto risco, malformação congênita pulmonar, cardiopatia, ascite e líquido meconial. Em 2013 os sinais e sintomas durante o pré-natal ou pós-parto, de que havia anormalidades, consistiam na ausência de amamentação devido prótese de silicone, anemia, dispneia, trombofilia, sangramento, uso de fórceps e sífilis. No caso da prótese de silicone, a recusa em amamentar pode provocar desnutrição, gastroenterite e choque séptico na criança. “Lages tem também uma realidade cruel em relação ao parto, pois a maioria deles, 51%, é de cesárias. Precisamos resgatar o parto humanizado. Agora, com a Rede Cegonha, esta é a intenção, melhorando a assistência à gestante e à parturiente e à mulher depois do parto”, comenta Nayara. | ||
quinta-feira, 10 de julho de 2014
Comitê debate índices de mortalidade materno-infantil
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