A Brigada de Repressão da Prostituição (BRP) suspeita que o casal faturou desde 2010 um total de 2 milhões de euros obrigando uma dezena de jovens brasileiras a se prostituir, segundo o jornal.
O esquema de prostituição foi denunciado à polícia francesa por uma jovem brasileira que chegou à França em 2010 para continuar com seus estudos.
Uma fonte próxima à investigação explicou ao 'Le Parisien' que o casal alojou a jovem em um apartamento na rua Rivoli, em Paris, onde devia manter relações sexuais com cinco clientes por dia.
'As relações sexuais custavam cerca de 150 euros', acrescentou a fonte.
Os investigadores acreditam que o funcionário da Air France e sua esposa viajavam em média uma vez por mês ao Brasil e retornavam acompanhados de meninas que faziam passar por parentes, com o que se beneficiavam de tarifas baratas, reservadas aos membros da companhia aérea e seus familiares.
Uma vez em Paris, era a esposa que administrava a rede de prostituição para o que alugava apartamentos em exclusivos bairros da capital francesa para receber os clientes, colocava anúncios na internet e marcava os encontros.
Supostamente, o casal se servia do terceiro homem acusado, a quem apresentava as prostitutas como um 'guru dotado de poderes místicos' para dar-lhes moral e confiança, em troca de 500 euros a sessão, o que permitia ao casal recuperar parte do dinheiro que pagavam às mulheres.
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