terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Empresários querem construir trevo


Secretários municipais discutem como auxiliar no processo. Uma reunião será agendada com o supervisor do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes em Lages
Na quinta-feira será feita uma vista ao polo comercial de Índios, onde estão instaladas as empresas (Foto: Daniele Mendes de Melo)
Na quinta-feira será feita uma vista ao polo comercial de Índios, onde estão instaladas as empresas (Foto: Daniele Mendes de Melo)
Os secretários de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda, Luís Carlos Pinheiro Filho, e de Infraestrutura, Benjamin Schultz, se reuniram na manhã desta terça-feira (18) com o consultor de negócios da distribuidora de combustíveis Potencial, Graciano José Peron, e o proprietário do restaurante Castelar, Charles Rafael Schaeffer, para discutirem sobre um trevo de acesso que possibilite o deslocamento de veículos que trafegam na BR-282, no Distrito de Índios, até os empreendimentos.
Além do restaurante, no mesmo terreno foi construída uma lanchonete e está sendo edificada uma pousada. A estrutura deverá se constituir num complexo turístico. Segundo Schaeffer e Peron, o acesso viabilizaria os negócios das empresas Castelar, Potencial, Kemira (produtos químicos para tratamento de água) e atenderia os anseios da Sinotruk, um dos futuros clientes do posto, que tem previsão de funcionamento em novembro.

O quê os empresários pedem

Uma reunião será agendada com o supervisor do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) em Lages, Ênio Spieker. A Secretaria de Planejamento participará do encontro. Na quinta-feira (20) os secretários municipais farão uma vista ao polo comercial de Índios, onde estão instaladas as empresas Castelar.
O início das obras do posto depende do Termo de Viabilidade a ser emitido pelo Dnit depois de um consenso sobre de que forma serão os acessos. A sugestão dos empresários é que a Prefeitura de Lages solicite ao Dnit o Termo de Viabilidade e pede que elabore o projeto de acesso.
As obras, em si, seriam custeadas pelas empresas Kemira e Castelar. “Precisamos de uma solução que satisfaça não apenas a empresa, como os motoristas que utilizam a rodovia e a comunidade do Distrito de Índios”, entende Pinheiro. Na pauta de assuntos e opções estiveram marginais rodoviárias, faixas de domínio federal, pista de desaceleração e segurança dos usuários da via.
Data: 18/02/2014

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