Após trocar motores Renault pelos propulsores Mercedes, Claire Williams afirmou que o time está muito satisfeito com o trabalho de seu novo fornecedor
Os novos motores V6 turbo ainda não começaram a roncar nas pistas da F1, mas o trabalho das montadoras já deixou muita gente satisfeita. Na fábrica da Williams, que trocou a Renault pela Mercedes para a próxima temporada, o clima é de satisfação total.
Questionada pela revista britânica ‘Autosport’ se os primeiros meses de trabalho com a Mercedes tinham superado as expectativas da equipe, Claire Williams, chefe da escuderia, respondeu: “Sim, acho que eles as superaram”.
“Isso é ótimo, pois, de qualquer forma, nossas expectativas eram muito altas, e foi por isso que nós os escolhemos”, justificou. “Sabemos como esta operação é profissional e tudo que vimos desde que assinamos o contrato não mudou nossa percepção”, continuou.
Além de se mostrar satisfeita com a relação de trabalho, Williams também destacou que a proximidade da sede da Mercedes, localizada em Brixworth, com a fábrica do time facilita o dia-a-dia. A sede da Renault fica na França.
“A coisa mais fácil para nós é que tudo está aqui perto, o que torna as coisas mais fáceis quando você está tentando trabalhar com eles”, comentou. “Ir para a França é uma longa viagem e não necessariamente favorável”, avaliou.
“Mas agora nossos engenheiros podem correr para a Mercedes várias vezes e eles virem até nós. Nós estamos muito satisfeitos”, frisou.
Por fim, Claire se mostrou confiante no desempenho do V6 da Mercedes frente à performance das rivais Ferrari e Renault, mas ressaltou que é difícil prever como será o desempenho das novas unidades antes dos testes da pré-temporada da F1.
“Estamos [animados], mas não sei se alguém realmente sabe onde está com os motores e não acho que saberemos até o primeiro teste”, considerou. “Mas será fascinante ver onde cada motor está, e espero que o Mercedes seja claramente o melhor do paddock, porque isso nos ajudará a progredir”, concluiu.
Nenhum comentário:
Postar um comentário