sábado, 10 de outubro de 2015

Irregularidade em contas de 2014 do governo não justifica impeachment, diz Cunha

Cunha participou no Rio do 5° Congresso Fluminense de Municípios

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), disse ontem sexta-feira (9) que não cabe julgar assuntos que ocorreram no prmeiro mandato da presidente Dilma Rousseff com o fim de impeachment, já que os mandatos não são continuados.
"Você tem uma preliminar com relação à base da decisão do Tribunal de Contas para efeito dos pedidos de impeachment. É que está se tratando da análise das contas de 2014. Esta preliminar é para saber se aquilo que foi do mandato anterior afeta o mandato atual. Ela tem que ser vencida, independentemente da decisão. O meu entendimento, pelo que entendo até agora e tenho demonstrado publicamente, é que o mandato anterior não contamina o mandato atual", disse.
"Eu só posso dar duas decisões: aceitar ou recusar. Na gaveta eu não vou por. Eu não sou refém de ninguém. Eu sou refém da minha consciência, do cumprimento da minha obrigação constitucional e do meu mandato. Eu vou decidir de acordo com o meu entendimento, no tempo que eu achar que tenho de decidir."Cunha informou que vai decidir até a próxima terça-feira (13) se aceita os sete pedidos de impeachment que foram levados à Câmara. Segundo ele, mais dois pedidos chegaram à Casa, mas ainda precisam cumprir trâmites antes de serem analisados.

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